quinta-feira, 17 de maio de 2012

Sai a convocação da seleção de basquete masculino para Londres 2012


Anunciada a lista com os jogadores que vão disputar os Jogos Olímpicos de Londres-2012. E, na relação divulgada por Rubén Magnano, na manhã desta quinta-feira, dia 17, em São Paulo, estavam os nomes de Anderson Varejão, do Cleveland Cavaliers (EUA), e Marcelinho Machado, do Flamengo. O basquete masculino não disputa as Olimpíadas desde Atlanta-1996 e a vaga para os Jogos Olímpicos da Inglaterra veio em 10 de setembro, quando a Seleção Brasileira derrotou a República Dominicana na semifinal do Torneio Pré-Olímpico, na Argentina. 
O sonho das Olimpíadas começou para o Brasil no ano passado, em setembro, quando a seleção conquistou a vaga em Mar del Plata. Agora, o sonho está virando realidade. Vamos ter um bom tempo de preparação, temos um grupo muito bom, uma equipe que pode e vai fazer uma grande competição em Londres - afirmou Marcelinho Machado, que está há 15 anos na Seleção Brasileira.

Confira a lista de convocados de Magnano:
Armadores                                               
Marcelinho Huertas
Larry Taylor
Raulzinho

Alas
Leandrinho
Marcelinho Machado
Marquinhos
Alex

Alas-pivô
Anderson Varejão
Guilherme Giovanoni

Pivôs
Thiago Splitter
Rafael Hettsheimeir
Nenê
Caio Torres
O armador Ricardo Fischer e o ala-pivô Ronald treinarão junto com o grupo da Seleção durante esta fase de preparação.

sábado, 7 de abril de 2012

UM TEXTO INTERESSANTE SOBRE ESPORTE.

De:
Dante De Rose Junior. Professor da USP desde 1977, técnico de basquetebol e atual membro da Comissão Científica da Escola Nacional de Treinadores de Basquetebol.

Esporte na escola: a solução dos nossos problemas?

Terminada a NCAA somos “invadidos” por uma série de considerações sobre o “modelo de esporte norte-americano” que é baseado na prática esportiva escolar e que, no caso do basquetebol, culmina na ida dos universitários para a NBA.

Nesta “invasão” chega-se a propor a adoção do mesmo modelo aqui no Brasil o que me parece uma grande precipitação.

A prática esportiva escolar é, inegavelmente, um dos fatores de desenvolvimento esportivo de um país. É naquele ambiente que o esporte pode exercer sua função de inclusão. Mas, no caso brasileiro, a questão é muito mais complexa pois passa por fatores que impedem que esta prática seja difundida por todo o país.

Inicialmente, devemos lembrar que o esporte na escola está vinculado à prática da educação física que faz parte de um contexto muito mais amplo chamado “educação”. Nessa perspectiva como podemos pensar em uma prática de educação física (e esportiva) massiva se a nossa “educação” é tratada de forma não prioritária por aqueles que deveriam olhá-la como a principal solução para gerar um desenvolvimento mais adequado de nossos jovens e, consequentemente, do nosso país?

Este fator gera consequência desagradáveis para nosso esporte, pois não havendo prática massiva nas escolas, deixamos de ter equipes, e, consequentemente, deixam de existir competições escolares que deem aos praticantes a chance de participar com mais frequência de eventos esportivos. E o caso se agrava quando chegamos ao esporte universitário que, a meu ver, perdeu totalmente sua finalidade e, atualmente, é gerido de forma negligente e até, irresponsável por grupos que estão muito mais preocupados com as festas e manifestações que os torneio universitários promovem do que propriamente com a prática esportiva em si.

Em segundo lugar temos um problema sério de formação de nossos futuros professores/técnicos pelas Escolas de Educação Física que, há muito tempo, deixou de lado essa preocupação para se dedicar a outras fatias do mercado de trabalho, talvez mais rentáveis e até algumas movidas por um modismo passageiro. Hoje, nas maioria absoluta das Escolas de Educação Física, o esporte é tratado como algo acessório, destinando-lhe poucas horas de aulas numa abordagem superficial e, em alguns casos, de forma discriminatória como se o esporte fosse o “mal a ser extirpado”.

Em terceiro lugar há uma questão cultural esportiva que predomina em nosso país e que dificilmente será modificada, pois vem de décadas e segue o modelo europeu, assim como muitas outras práticas em outras áreas de atuação, que é ter o clube como célula principal da prática esportiva.

Desta forma, querer replicar um modelo que tem a escola como base de tudo me parece inadequado para nossa realidade.

Mas isto não significa que o esporte escolar não deva ser resgatado. Temos que fazer um grande esforço para recolocar o esporte na grade das escolas, democratizando sua prática assim como, temos que batalhar para trazer o esporte de volta às grades curriculares das Escolas de Educação Física. Talvez desta forma voltemos a ter jogos escolares que revelem atletas para os clubes, mas que, principalmente, deem a chance para aqueles que não podem ter acesso a esses clubes, de demonstrar suas capacidades e habilidades.

Não acredito em mudança de cultura. Isto levaria muito tempo. Mas acredito em mudança de atitude das pessoas que podem fazer algo para que o esporte seja levado a sério neste país e não somente por causa de eventos que são realizados esporadicamente e, talvez, nunca mais, venham a ser realizados no país.

Um país que irá realizar a Copa das Confederações, Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos não pode virar as costas a esta realidade. Mais do que construir estádios, grandes centros de treinamento, investir milhões na preparação de atletas de alto rendimento, conseguindo patrocínios milionários, nossas instituições esportivas deveriam desviar ligeiramente o olhar para este setor.

Talvez destinar uma pequena parte dos vultosos recursos para a formação de profissionais para atuar com dignidade nas escolas e para prover as escolas de estrutura decente para que os jovens possam usufruir, nesse espaço altamente democrático, dos benefícios da prática esportiva não seja tão difícil quanto pareça.

Assim, quem sabe, um dia poderemos ter novamente atletas despontando da escola para os clubes e, no caso do basquetebol, para o NBB e , com certeza muito mais gente praticando o basquetebol.

Fonte:http://vivaobasquetebol.wordpress.com/2012/04/03/esporte-na-escola-a-solucao-dos-nossos-problemas/ Acesso 07/04/2012.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Primeiro desafio de 2012.




A equipe de Basquete Masculino foi a Belo Horizonte enfrentar a fortíssima equipe do Ginástico, tradicional clube da Capital, e saiu vencedora pelo placar de 74 x 55. De acordo com o Técnico Marcelo esse tipo de amistoso serve para dar mais rodagem e ritmo aos atletas, sendo proveitoso colocar todos para jogar. A equipe de Basquete que foi Vice - Campeã do JIMI em 2011, vem trabalhando forte nesse inicio de temporada para poder obter novos resultados positivos para o Município.

Fonte:

domingo, 8 de janeiro de 2012

Lembrar 2011 - Planejar 2012

Basquete Escolar (Infantil e Juvenil)

        O Ano de 2011 passou, momento de retrospectivas e reflexões para o ano vindouro. “Relembrar é viver”, temos muito que refletir sobre as linhas que traçamos para o Basquete Escola.
         Desde o ano de 2002 o Colégio Potência sagra-se campeão das olimpíadas escolares de Conselheiro Lafaiete na modalidade Juvenil masculino, fruto de um longo trabalho do professor Marcelo Amorim. Em 2011 não foi diferente, mais uma vez a equipe de basquete juvenil conquistou o título. No módulo infantil, pela segunda vez, a equipe treinada por César Willer da Escola Monsenhor Horta foi campeã.




Monsa - 4º Lugar JEMG - Regional
Potência - JEMG Campeão Micro-Regional










As duas equipes representaram Lafaiete nas etapas micro-regional e regional no JEMG. A equipe do MONSA conseguiu o 4º lugar na competição na etapa regional. Passando para o naipe feminino, a escola Monsenhor Horta, de Gilson Monteiro, conquistou o vice-campeonato no módulo II e a Escola Melo Viana o terceiro Lugar no módulo I – etapa regional. E não passamos disso.
Potência - 3º Lugar Estadual (2003)
                Resultados modestos, pra não dizer medíocres, espera-se muito mais de nossas equipes de base. É imprescindível para o crescimento do basquete em nossa cidade, que ele seja praticado nas escolas e nas quadras de bairro, não apenas no poliesportivo municipal. O que agrava ainda mais a situação, num universo de mais de 50 escolas no município, apenas quatro escolas envolvidas: Colégio Potência, Escolas Monsenhor Horta, Melo Viana e Caic.
Em uma cidade de 115 mil habitantes é absurdo pensarmos que temos menos de 6 equipes de basquetebol juntando todas as modalidades e naipes durante os jogos escolares e que apenas duas treinam regularmente. Soma-se a possibilidade do projeto de basquete do Colégio Potência chegar ao fim em 2012 e temos um quadro catastrófico.

                A busca pela ampliação do ensino de basquete é meta de qualquer planejamento para o ano de 2012, existe a necessidade que mais pessoas se envolvam.
            Na metade do ano de 2011 foram criadas seleções municipais de diferentes modalidades e naipes, pela secretaria de esportes, com o objetivo de fomentar a prática desportiva no município. Virou-se o ano e o que se viu foi apenas meia dúzia de meninos treinando sem objetivo nenhum. Do jeito que está, é mais fácil o projeto acabar do que dar um passo adiante.
Não adianta ficar lamentando ou enumerando as dificuldades sem erguer as mangas e trabalhar. Lembre-se que a base da equipe adulta de hoje, vice-campeã estadual A2 do JIMI, saiu de equipes escolares (vide fotos) e, se quisermos ter seleção adulta competitiva amanhã, há de se investir na base hoje.

domingo, 20 de novembro de 2011

TORNEIO AMISTOSO

Dia

Horário

Modulo

Equipe A

X

Equipe B

03/12

08:30

Mod.II

Congonhas

X

Colégio Potência

03/12

10:00

Mod.I

Congonhas

X

E.E. Monsenhor Horta

03/12

11:30

Mod.II

E.E. Monsenhor Horta

X

Congonhas

03/12

14:00

Mod.I

E.E. Monsenhor Horta

X

Congonhas

03/12

15:30

Mod.II

Colégio Potência

X

E.E. Monsenhor Horta

03/12

17:00

Adulto

Conselheiro Lafaiete

X

Congonhas

04/12

*09:00

Adulto

Congonhas

X

Conselheiro Lafaiete

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Imagens para Guardar...

Colocando à disposição imagens sobre a Etapa Estadual do JIMI 2011 em Patos de Minhas






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domingo, 16 de outubro de 2011

A Mais Nova Sensação do Mercado!

Ficaram prontas as camisas de passeio das equipes de Basquete da Escola Estadual Monsenhor Horta - modelo 2011.

As camisas foram feitas sob encomenda. Porém, foram confeccionadas algumas extras para vendas.

Um produto de alta qualidade, fabricado no mais rígido padrão de qualidade. Desenhada pelo estilista Alexandre Moronari, tem exclusivo formato, com excelente caimento no corpo. A camisa foi projetada para satisfazer os mais exigentes jogadores de basquete, aliando beleza e praticidade. Propicia melhora nos arremessos, dribles e enterradas. E para arrebatar o coração de nossas torcedoras, vem na cor do amor.

E tudo isso é praticamente de graça, por uma bagatela de R$25,00. Adquira sua CAMISA PASSEIO - BASQUETE MONSA, em qualquer loja credenciada de nossa rede de vendas ou pelo contato César Willer - cesarwiller@yahoo.com.br




BASQUETE E FRISBEE! FRISBEE?